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7 dicas para responder comentários negativos nas redes sociais

Confira algumas estratégias para gerenciar crises nas plataformas e manter uma imagem positiva da marca

7 dicas para responder comentários negativos nas redes sociais

 

As redes sociais tornaram-se elemento essencial a qualquer estratégia de marketing. Afinal, elas permitem que as marcas atinjam um grande número de pessoas, construam um relacionamento com seus clientes e conquistem uma audiência engajada. Entretanto, comentários e publicações negativas em torno da marca também geram uma repercussão em escala exponencial. Quando a empresa recebe uma reclamação, é muito provável que ela tenha fundamento. Seja uma crítica ou uma simples opinião, elas representam uma oportunidade de resposta. Nesse momento, a companhia pode engajar e, se necessário, se desculpar e corrigir o erro, ou pelo menos esclarecer a questão. Confira abaixo 7 dicas de como lidar com a situação e gerenciar essas crises eventuais:
1. Sempre responda
Responder aos clientes é um dever da empresa. A conversa com a audiência nas redes sociais deve ser o mais transparente possível. A melhor solução é responder de uma forma positiva e que mostre a preocupação da marca. Por exemplo, caso alguém publique uma mensagem dizendo que odiou o produto, a companhia poderia se desculpar por não satisfazer aquele consumidor específico e reforçar que a maioria do clientes amam seus produtos ou serviços. Caso haja um fã ativo online, ele mesmo poderá combater esse cometário negativo.
Entretanto, há algumas exceções. Ataques sem motivo ou sentido, blasfêmias ou spams devem ser removidos sem direito à resposta. A audiência vai apenas se incomodar de a empresa excluir comentários e publicações se ela estiver tentando esconder algo.
2. Entre em contato com o reclamante em particular
Tanto no Twitter como no Facebook é possível contatar os seguidores por mensagens privadas. Caso não seja possível resolver a questão em particular por falta de colaboração do reclamante, a empresa deve mostrar, em uma conversa pública, que está fazendo o possível para solucionar o problema.
3.Tente resolver
As marcas devem perguntar ao reclamante se ele consideraria remover a publicação. Caso seja possível manter a conversa em particular e o problema for resolvido, provavelmente o cliente não irá se importar.
4. Considere banir ou bloquear o reclamante
Se mesmo depois de todas as tentativas listadas acima o usuário continuar causando problemas, as empresas têm todo o direito de banir ou bloquear o reclamante. Caso ele continue agressivo, utilize termos inapropriados ou insultos raciais e culturais, banir ou bloquear são as ações mais apropriadas.
5. Continue postando conteúdo de qualidade
Publicações com conteúdo educacional, informativo e inspirador são extremamente eficazes em superar elementos negativos da página. Mesmo que um cliente ou ex-funcionário publique reclamações, os posts positivos sobre a marca vão ofuscar esses problemas e fornecer uma boa imagem geral da empresa.
6. Desenvolva diretrizes de social media
Além das reclamações dos clientes, muitas empresas também precisam lidar com respostas de representantes da marca que, na verdade, não a representam tão bem. Muitas companhias possuem códigos de política e privacidade rigorosos. Diretrizes são essenciais. O que pode parecer senso comum para algumas pessoas pode ser estranho para outras. As empresas devem esclarecer suas expectativas aos funcionários que as representam.
7. Consiga ajuda adicional
Empresas que possuem uma audiência grande e ativa muitas vezes não conseguem dar conta de responder a todas as menções. Nesse caso, vale considerar a utilização de serviços como o Mention, que alerta quando alguém menciona a marca online. Seja um comentário positivo ou negativo, as companhias devem estar sempre alertas. Mas, ainda mais importante, devem engajar e ser transparentes.
Com informações do Insight180 

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Skype lança app de mensagens que desaparecem

Para utilizar Skype Qik usuário não precisa ter conta no serviço da Microsoft

Skype lança app de mensagens que desaparecem

 

De olho na popularidade de apps de mensagens instantâneas que deletam o conteúdo após a visualização – vide Snapchat – o Skype lançou nesta terça-feira, 14, o Skype Qik. O serivço, disponível para smartphones com sistema iOS e Android, permite a troca de vídeos de até 42 segundos de duração para um ou mais contatos.
É possível criar grupos com centenas de pessoas e enviar mini-vídeos de 5 segundos para respostas rápidas. As mensagens desaparecem automaticamente depois de duas semanas, mas é possível deletá-las antes de a data expirar.

 

Não é necessário ter conta no Skype para utilizar o aplicativo.

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6 estratégias para campanhas de social commerce.

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Atualmente, grande parte das transações online é influenciada direta ou indiretamente pelas redes sociais. Opiniões de amigos e outros contatos de confiança acabam direcionando as decisões de compra. Alguns estudos indicam que a mídia social impacta o e-commerce em até 50%.
Diante disso, diversas empresas passaram a converter seus perfis nas redes sociais em lojas online, a fim de conquistar clientes diretamente. Entretanto, existem alguns componentes que separam as campanhas de maior sucesso das mais comuns. As estratégias podem variar de acordo com a indústria e natureza do produto, mas os fundamentos abaixo podem ser adotados em qualquer ação de social media:
1. Ter expectativas realistas
As campanhas mais bem sucedidas não focam na conversão imediata. Na verdade, elas nem mesmo consideram as redes sociais como uma plataforma de vendas diretas. Em vez disso, elas são utilizadas para atrair, engajar, agradar e encaminhar clientes para suas páginas. Apesar de a mídia social influenciar a decisão de compra, grande parte das aquisições acontece no próprio site da loja. Tentar vender diretamente da fanpage da marca pode transmitir a ideia de que a empresa só está interessada em tirar dinheiro dos consumidores.


2. Criar engajamento com conteúdo de qualidade 

A chave para gerar vendas através das redes sociais é utilizar engajamento. Toda campanha de social commerce mantém o engajamento como centro da estratégia. Para isso, é necessário um conteúdo de qualidade, além de muita paciência. O processo não ocorre de um dia para o outro. As marcas devem compartilhar constantemente diversas formas de conteúdo de valor que atenda às necessidades da audiência. Memes, vídeos, infográficos, citações e postagens de blogs são alguns exemplos.
3. Gerar indicação
O comércio nas redes sociais depende muito do quanto o seu produto ou serviço está sendo mencionado nos círculos dos seus potenciais consumidores. Uma pequena menção ou recomendação feita por um influenciador pode ser o fator determinante nas vendas online. Para isso, é preciso engajar os leitores de forma direta e indireta. As marcas podem oferecer aos influenciadores um teste grátis do produto, por exemplo, ou mencioná-los em suas publicações.
4. Utilizar prova social para ganhar credibilidade 
Provas sociais correspondem aos diferentes sinais indiretos e elementos relacionados a um perfil, post e marca que indicam a confiança das pessoas nos serviços da empresa. Elas ajudam a gerar uma primeira impressão forte a novos visitantes, além de fazer com que a companhia pareça confiável. Algumas estratégias para conquistar isso são: utilizar avaliações feitas por usuários sobre os produtos, logos de clientes da marca conhecidos e recomendações de consumidores; promover tuítes, publicações no Facebook ou no Google+; e incorporar tuítes de influenciadores na página ou site da loja.

 

5. Investir no visual do site 
Existem diversas ferramentas para ajudar a criar uma página otimizada para conversões. O serviço Lead Pages, por exemplo, oferece diversas opções de design. Para facilitar a navegação, mantenha o site organizado, sem barra lateral, menu de navegação ou qualquer outro texto desnecessário.

 

6. Processo de pagamento facilitado
O serviço de pagamento também pode ser fator determinante na performance de vendas da empresa. As marcas devem utilizar um serviço que permita integrar o site às redes sociais. É importante que não haja nenhuma distração durante o processo de pagamento, como redirecionamentos, excesso de informações requeridas, etc. Apesar da ferramenta “carrinho de compras” impulsionar as vendas, muitos ainda não oferecem uma experiência compatível ao comércio mobile.


Com informações do Social Media Today 

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O que acontece quando você curte todos os posts no Facebook

Mat Honan, da Wired, realizou um experimento durante 48 horas e descobriu que, se o usuário curte todos os posts que aparecem no news feed, publicações de marcas e veículos dominam a plataforma

O que acontece quando você curte todos os posts no Facebook

 

Se você é uma dessas pessoas que passa muito tempo pensando sobre como o Facebook afeta seu negócio, então vai querer ler sobre esse fantástico achado de Mat Honan, da Wired.

 

Honan decidiu que curtiria tudo o que visse em seu news feed durante 48 horas, com exceções específicas como mensagens sobre morte. Mesmo que ele tenha curtido tanto posts pessoais de amigos quanto mensagens de marcas, os resultados foram, ele escreve, radicalmente para uma só direção:
Meu news feed ganhou outra cara em um curto período de tempo. Depois de curtir um monte de posts durante uma hora, não havia mais seres humanos no meu feed. Em vez disso, passei a ver marcas e suas mensagens.


O conteúdo de notícias também aumentou muito. Quase todo meu feed foi dominado pelo Huffington Post e o Upworthy. Quando fui para a cama na primeira noite olhei meu news feed e vi atualizações de Huffington Post, Upworthy, Huffington Post, Upworthy, um anúncio da Levi’s, Space.com, Mapleleafonlinecasino.com Huffington Post, Upworthy, The Verge, Huffington Post, Space.com, Upworthy, Space.com.

Porém, a dominação das marcas foi menor no desktop de Honan do que no smartphone dele:
Naquela telinha pequenininha, onde o espaço é tão valioso, os robôs do Facebook decidiram que, para atrair minha atenção, devem esconder pessoas e só me mostrar o que outras máquinas acharam. Estranho.
Os resultados do experimento de Honan dizem muito sobre o que a rede social pensa sobre os diferentes tipos de conteúdo que exibe, e também o que pensa sobre o conteúdo criado e compartilhado por nossos amigos da vida real. Talvez somente uma parte de usuários realmente responda a anúncios ou a conteúdo criado por veículos como o HuffPo e o Buzzworthy, e então querem empurrar o máximo possível desse conteúdo para as pessoas. Talvez os maiores “curtidores” entre nós sejam os mais sugestionáveis, e o Facebook está pronto para tirar vantagem. Ou talvez seu algoritmo não tenha sido programado para lidar com uma pessoa assim.
Apesar do resultado, a história de Honan é totalmente “curtível”. Confira na íntegra aqui.

Do Advertising Age 

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Crédito da Foto: IStock
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Como registrar um domínio .com.br?

Caso você seja dono de uma empresa presente na internet ou de um blog que queira levar mais a sério, é provável que você já tenha pensado em ter um domínio “.com.br” para o seu site. Só que o problema é que muitas pessoas não fazem a menor ideia de como fazer esse registro.

No Brasil, existe o Registro.Br, um site em que você pode checar se o nome do domínio está disponível para uso, realizar o cadastramento e pagar as taxas anuais para continuar com o endereço.

Agora, explicaremos o que você deve fazer para transformar o seu site em um com domínio “.com.br”.

1) Verificando a disponibilidade do endereço

O primeiro passo ao acessar o Registro.br é verificar se o domínio que você deseja registrar já não foi utilizado por outra pessoa. Na página inicial, você verá um campo para incluir o nome do site que você deseja cadastrar.

Como registrar um domínio na internet? (Fonte da imagem: Reprodução / Registro.BR)

Caso o domínio já tenha sido registrado, o serviço mostrará opções com o mesmo endereço, mas com finais diferentes. Para entender melhor o que cada terminação significa (aquele “.alguma coisa.br”), o Registro.BR disponibiliza uma página (que você pode visitar clicando aqui) explicando cada uma. Assim, você poderá ver qual se encaixa melhor ao seu site.

2) Efetuando o cadastro no serviço

Como registrar um domínio na internet? (Fonte da imagem: Reprodução / Registro.BR)

Se tudo ocorreu como o planejado, o endereço está disponível para ser registrado e você pode se cadastrar no serviço. Será necessário incluir seus dados, como email, nome completo, endereço e telefone, assim como criar uma senha dentro do serviço. Feito tudo isso, você estará pronto para registrar o seu domínio.

3) Registrando o domínio

Com o cadastro efetuado, é hora de realizar o registro do endereço. Para cadastrar o domínio, é necessário informar alguns dados como CPF (em caso de pessoa física) ou CNPJ (pessoa jurídica), endereço e telefone válidos. Note que existem opções do tipo de domínio que você quer registrar e os valores cobrados. O plano do serviço é de R$ 30 por ano, com adicional de R$ 27 por ano adicional.

Como registrar um domínio na internet? (Fonte da imagem: Reprodução / Registro.BR)

Também é necessário informar DNS do servidor em que o seu site se encontra, para poder realizar o direcionamento de tráfego para o endereço que será registrado.

No campo inferior, é possível ler o contrato do serviço prestado pelo Registro.BR.

4) Realizando o pagamento

Depois de tudo preenchido e de você ter lido o contrato de serviço, seguindo em frente você verá a tela de pagamento da taxa de registro do domínio. Serão oferecidos redirecionadores de email e, assim, você terá um endereço de mensagens próprio para o seu site (por exemplo: andreluiz@andreluiz.com.br).

Assim que o pagamento for confirmado, o Registro.BR deve realizar o redirecionamento de endereço do seu site para o domínio que você registrou. Caso tenha alguma dúvida em relação a pontos específicos do serviço, o site do Registro.br http://registro.br/suporte/tutoriais/ conta com alguns tópicos esclarecedores.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/como-fazer/27314-como-registrar-um-dominio-na-internet-.htm#ixzz2vreo44mD

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Comercial sobre Excesso de Velocidade – Mistakes

Comercial sobre Excesso de Velocidade. O Interessante é que o Governo da Nova Zelândia encomendou o comercial porque 83 pessoas morreram de acidente de trânsito no país em 2013, enquanto isso aqui no Brasil foram cerca de 45 mil mortos ou seja 1 morto a cada 12 minutos.

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LG faz pegadinha para promover TV Ultra HD de 84 polegadas

A LG realizou uma pegadinha bastante original para promover a sua TV Ultra HD de 84 polegadas em um escritório de entrevistas de emprego. O espaço de uma janela foi substituído inteiramente pela televisão, exibindo o cenário real da cidade ao fundo. Quando os candidatos ao trabalho chegam ao ambiente, não percebem nada de diferente na janela.

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Samsung lança Galaxy Note 3, relógio Galaxy Gear e novo Galaxy Note 10.1

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A Samsung recebeu a imprensa para mais uma edição do seu evento Unpacked no Tempodrome em Berlim, se antecipando à abertura da IFA 2013. O grande destaque da noite foi o lançamento do Galaxy Note 3, mas a Samsung também apresentou o relógio Galaxy Gear e uma versão atualizada do tablet Galaxy Note 10.1.

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Sony anuncia o Xperia Z1 com TV digital e câmera de 20.7 megapixels

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A Sony apresentou, em Berlim, o Xperia Z1, smartphone à prova d’água, TV digital e uma “inovadora experiência fotográfica”. A fabricante já adiantou que o lançamento chega ao Brasil em outubro.

Xperia™ Z1 é à prova d’água e resistente à poeira (IP55 e IP58), e irá chegar ao Brasil com um recurso a mais com relação aos outros países, a possibilidade de assistir a programação TV Digital.

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Por que investir na Internet

 

A pergunta crucial continua sem resposta: É possível lucrar com a Internet agora?

A resposta é SIM. Porém, não se pode tratar a Internet como simples meio de propaganda, publicando os anúncios de sempre e mantendo o mesmo conteúdo, muitas vezes ultrapassado. Isso é, infelizmente, o que a maioria das empresas está fazendo. E essa é a resposta do por que muitas estão falhando no e-commerce.

É importante compreender que as pessoas fazem na Internet exatamente o que fazem quando não estão em frente do computador: conversam, discutem, escrevem cartas, passeiam, compartilham interesses, estudam, informam-se e divertem-se. A única diferença é que não há distâncias. Na Internet, as pessoas já não se reúnem porque vivem no mesmo bairro ou trabalham no mesmo lugar. Elas se unem de acordo com seus interesses.

Outro ponto favorável é que a Internet é um mercado que se segmenta sozinho, ou seja, o internauta, ao acessar um site, já sabe exatamente   que lhe interessa, e, em geral, busca uma série de informações adicionais. Não importa que produto ou serviço seja oferecido, o seu público-alvo pode ser facilmente identificado e isolado na web. Sua mensagem pode dirigir-se exatamente a quem interessa. Não lhe parece a melhor forma de divulgação possível? Que outro meio oferece tal possibilidade? E o melhor: os custos de investimentos na web são infinitamente menores para um mesmo resultado se compararmos com outros meios.